domingo, 23 de outubro de 2016

MDF x MDP

Quando você vai comprar um móvel pronto, ou mesmo mandar fazer ele com suas medidas ideais, é preciso observar o material utilizado para melhor qualidade e duração.


O MDF e o MDP são diferentes, embora derivem das mesmas espécies de madeiras reflorestadas (pinus e eucalipto) e sejam fabricadas pelo mesmo processo e com idêntica tecnologia.

A tradução para o MDF é "Medium Density Fiberboard" seria "placa de fibra de madeira de média densidade". O MDF tem seu miolo composto por fibras de madeira e é um material uniforme, plano e denso, não possuindo nós. É o resultado da aglutinação de fibras de madeira com resina sintética, sendo, por sua homogeneidade, uma madeira que permite mais criatividade no design. Fica mais fácil, com isso, a aplicação de cortes, usinagem em baixo relevo e entalhamento e nas partes aparentes dos móveis, onde serão aplicados acabamentos finais.

Enquanto o MDP é "Medium Density Particleboard" e é feito com partículas de madeira. É produzido em três camadas: uma grossa no miolo e duas finas nas superfícies. Essa composição heterogênea garante ao produto grande resistência estrutural, conferindo maior resistência ao empenamento e à colocação e remoção de parafusos, além de torná-lo um material mais leve. É perfeito para projetos de linha reta/plana, como caixas, prateleiras lineares e portas, que não possuam cortes ou marcações em baixo relevo. Toda a tecnologia empregada na prensagem de chapas, separação de partículas e desenvolvimento de resinas posicionam hoje o MDP em uma categoria muito superior ao antigo aglomerado, com o qual é erroneamente confundido. (MDF).

Outra diferença entre o MDF e o MDP é o nível de absorção de tinta: o MDP tem alta absorção no acabamento final enquanto o MDF não. Assim, para essa finalidade, as placas de MDF tornam-se mais vantajosas, já que permitem, por exemplo, que a finalização da pintura em laca seja mais homogênea, sem irregularidades na superfície.
Essa característica também influencia na relação custo-benefício. Para uso em parte externa, madeira com menos poros, têm menos absorção e, consequentemente, menos custos com tintas. Para uso interno, uma contra partida, o MDP é o mais rentável. Permite ótima colagem e o custo do material é bem menor.

No final das contas, não tem melhor nem pior.
Cada um tem seu papel e os dois são excelentes quando usados na aplicação correta.
info-diferenças-mdf-x-mdp:
Fonte: Pinteres

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Dicas para remoção de manchas!

Hoje vim compartilhar dicas para que seu cantinho tenha mais durabilidade!
E para isso o cuidado diário, e manutenção são necessários!
Trouxe uma tabela para facilitar nossa vida, pois sempre notamos uma dificuldade em encontrar dicas e formas de remoção de manchas. A mais recorrente é aquela danada que fica nos box do banheiro.

Mancha
Produto adequado para a remoção da mancha
Graxas, óleos, cola, gordura
Água quente e detergente neutro.
Tinta
Removedor de tintas aplicado com um pano, nunca jogar diretamente sobre o produto.
Ferrugem, café, cerveja, vinho
Água sanitária diluída em água, na proporção de 3 por 1, sobre a mancha por 15min + saponáceo cremoso.
Tinta de caneta, grafite
Acetona.
Marca de pneu, borracha
Aguarrás ou saponáceo cremoso.
Lápis
Borracha ou saponáceo cremoso.
Risco de alumínio
Água sanitária diluída em água, na proporção de 3 por 1, sobre a mancha por 15min + saponáceo cremoso.
Terra vermelha em produtos antiderrapantes
Água sanitária diluída em água, na proporção de 3 por 1, sobre a mancha por 15min + saponáceo em pó com escova de cerdas duras.
Terra vermelha em produtos polidos
Água sanitária diluída em água, na proporção de 3 por 1, sobre a mancha por 15min + saponáceo cremoso com o lado macio da esponja.
Terra vermelha em produtos acetinados ou esmaltados
Água sanitária diluída em água, na proporção de 3 por 1, sobre a mancha por 15min + saponáceo cremoso com o lado verde da esponja.
Excesso de rejunte à base de cimento sobre o produto
Vinagre de álcool por 15min. + saponáceo cremoso.
Rejunte epóxi
Removedor de tinta epóxi, pasta automotiva ou vinagre
Excesso de impermeabilizante
Limpa-vidros ou detergente neutro.
Batom
Acetona, benzina.
Sangue
Água oxigenada.
Gordura do corpo (box do banheiro)
Vinagre de álcool + saponáceo cremoso.


Essas dicas são fornecidas pela empresa "Cerâmica Portinari" e podem ser encontradas no site ceramicaportinari.com.br

"Os bons momentos marcam você, não sua casa."

Experimente e conte para nós os resultados!
Tenham um ótimo fim de semana! 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Cobogó, já ouviu falar?


Elemento vazado / cobogó.:
Cobogó usado na divisão de ambientes
Fonte: Pinterest
No jardim de Inverno: uma ótima escolha, pois cria ambientes ventilados e com meia sombra, excelente para as espécies vegetais tropicais. Frida Escobedo — La Tallera Siqueiros:
Cobogó usado nas paredes de vedação
Fonte: Pinterest

Os cobogós, são blocos ou tijolos vazados, originalmente feito em concreto, e criado em terras brasileiras, especificamente em Recife. Foi criado e patenteado por três trabalhadores da construção civil, buscando uma solução para amenizar as condições climáticas no interior das casas no Nordeste, assim buscaram levantar paredes sem vedar a entrada de ar no ambiente, inspirado em um elemento da arquitetura Árabe, chamado muxarabi (Mashrabiya).


Arabesco:
Muxarabi (Mashrabiya) - Elemento Árabe
Fonte: Pinterest
Inclusive o nome deste material criado, é a união dos três, são eles; Amadeu Oliveira Coimbra (Comerciante Português), Ernst August Boeckmann (Comerciante Alemão) e Antônio de Góes (Engenheiro Pernambucano), juntando as suas iniciais de seus sobrenomes, resultou em Co-Bo-Gó. Tudo isso ocorreu em 1929, ano que foi patenteado.

Apesar da sua criação em Recife na década 20, o cobogó foi difundido por Lúcio Costa, tornando-se um elemento compositivo presente na estética da arquitetura moderna brasileira, sendo assim, ele é facilmente encontrado em casas e prédios públicos do plano piloto. Esta ideia simples e barata, popularizou rapidamente, e passou a ser usada não só na parede de vedação; mas também no interior de casas, servindo como divisórias de ambiente; e também nos muros.

A ORIGEM DO COBOGÓ - ANUAL DESIGN Esses charmosos blocos vazados, que hoje tomam forma a partir dos mais variados materiais, foram inspirados em elementos da arquitetura árabe e assim batizados pelos seus criadores, a partir de suas iniciais: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góes. CO-BO-GÓ.:
Cobogó usado na fachada por Lúcio Costa
Fonte: Pinterest

Além de cumprir a função de brise, controlando a entrada de vento e de luz, os cobogós podem atuar como divisórias. No lugar de um muro, a garagem desta casa foi “camuflada” pela divisória de concreto, escolha dos profissionais do escritório brasiliense Domo Arquitetos.:
Cobogó utilizado nos muros
Fonte: Pinterest
Este elemento que marcou presença no período modernista do Brasil, hoje, voltou com força total.  Ele permite a entrada de luz solar e ventilação natural utilizado nas aberturas de construções. Além disso, ele possui todo um charme com seu jogo de luz e sombreamento, afinal, os elementos vazados desenham a sombra nos pisos e paredes, a luz natural surge de diferentes formas de acordo com a estação do ano e ao longo do dia, tornando um adicional na beleza do jogo arquitetônico. Outro detalhe, é quando chega a noite, quando escurece, a luz artificial desenha pelos cobogós, como se fosse uma espécie de luminária nos ambientes.
Uma ótima solução para cozinhas lineares conectadas à área de serviço. A parede de cobogó é resistente, permite que a iluminação natural entre e ainda serve de barreira visual para a área. A escolha do cobogó pode combinar com as cores usadas na bancada ou armários para criar unicidade Saiba mais sobre elementos vazados em: https://casacotidiana.wordpress.com/2015/03/17/elementos-vazados-como-dividir-pequenos-espacos/#more-112:
Jogo de luz do cobogó em um apartamento
Fonte: Pinterest


Eles dão charme aos ambientes, além de conseguir unir dois sentimentos que parecem antagônicos: nostalgia e modernidade. Outro lado positivo, é a forma com que ele traz privacidade ao usuário e ao mesmo tempo, a sensação de permeabilidade visual.

Está em voga, esteve presente na casa cor 2016 em Goiânia, dentre outras exposições da mesma franquia em outras cidades; também esteve na Morar Mais Por Menos, em diversos ambientes. É possível notar que este elemento voltou com força total na decoração e arquitetura, sendo ideal para fechar ou dividir cômodos com personalidade, pois possui diversos materiais (como argila, cerâmica, vidro, dentre outros), cores e estilos. E garantem iluminação, circulação adequada de ar e efeitos de sombras, agregando muita sofisticação e modernidade no ambiente.


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Diferenças entre vidros, cristais e muranos.


Hoje vou esclarecer as diferenças entre os Vidros, os Cristais e os Muranos!

Os muranos como já foi dito são peças artesanais fabricados do vidro (sopro), no entanto, sua fórmula possui uma maior quantidade de óxido de sódio, a fim de que o artesão manipule a peça por mais tempo antes de se solidificar. Dentre as variedades, é acrescentado cobre, cobalto ou corantes, dando tonalidades e cores diferenciadas. É possível também encontra-los esmaltados ou madrepérola.

Os cristais, possuem na sua fórmula apenas a sílica e o óxido de chumbo na sua composição. Comercialmente os cristais nada mais são do que vidros com transparência e qualidade diferenciada. Porém, tecnicamente, não poderia ser enquadrado no conceito “cristal”, pois os átomos não possuem arranjo regular nem simétrico. Um cristal real, seria o “diamante”. Mas, para fins decorativos, os “cristais” que usamos são vidros requintados, de espessura fina, com muita transparência, sonoridade e alta capacidade de refração à luz.
         Já os vidros comuns são feitos de areia (sílica), soda (óxido de sódio), cal (óxido de cálcio) e óxido de alumínio, e pode ser conhecido como vidro cal-soda ou soda-cal. A indústria vidreira em si foi iniciada em Portugal, em meados do século XVIII. Há relatos que os egípcios foram os primeiros a “soprarem o vidro”. São diversos os tipos de vidros, de acordo com a finalidade. São muito usados na fabricação de embalagens, na construção civil, na produção de fibras de vidro, laminados, vidros temperados, vitrocerâmica, além de decorar ambientes. 


Concluímos que tanto o vidro comum, o cristal e o murano, são tipos de vidros, o que diferenciam eles é a composição. Sendo que possuem como principal componente a sílica (SiO2) e  são os outros ingredientes  que variam. Todos são objetos que podem fornecer glamour e exuberância dentro de vários tipos de ambientes. 
E volto a ressaltar que na decoração um enfeite, um vaso, uma escultura, fazem toda a diferença!

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Muranos, você já ouviu falar?


Hoje o assunto é Murano!

Fonte: Pinterest
 Murano é o vidro produzido na ilha do mesmo nome - é uma ilha de Veneza, localizado na Itália -  onde a técnica para criar verdadeiras joias do décor é passada de geração a geração há muitos séculos. Mais do que peças decorativas, os muranos são objetos para se colecionar! São os queridinhos dos decoradores pois dão requinte e personalidade a qualquer decoração.


Fonte: Pinterest 
Fonte: Pinterest

Os cristais de Murano são criados e tratados de forma muito especial em vidro de sílica, sua fabricação é artesanal. Feito com técnica de soprar o vidro e, desta forma, produzir peças de rara beleza, foi cada vez mais aperfeiçoada pelas fundições.

As famílias de artesãos buscam sempre formatos e cores originais para obterem vidros cada vez mais belos. Os Barovier são considerados os mais criativos e conhecidos por suas obras, seja pelos vidros límpidos, esmaltados em tons azuis, vidros madrepérola, ou pelos vidros avermelhados corneliano e murrini, que conferem ao material um aspecto semelhante ao do mosaico. Do mecanismo de fusão dos metais até a conclusão da produção do murano, podem transcorrer três dias, variando conforme o nível de dificuldade oferecido pela peça. Por esse motivo, tem um custo mais alto para a compra.
É importante ressaltar, que este vidro é identificado primeiramente por sua localização, suas fábricas e por último por seus designers. Você pode identificar essas fontes com um certificado de autenticidade, uma assinatura do fabricante ou um catálogo de vidros Murano.

Fonte: Pinterest

Dependendo da peça, vale a pena ter um local especial com uma iluminação diferenciada para destacar. Saber combinar e usar de forma apropriada deixará o ambiente encantador com um toque de sofisticação.
Fonte: Pinterest

Fonte: Pinterest

Fonte: Pinterest
Na decoração, um enfeite, um vaso, uma escultura, fazem toda a diferença! Pode ser transparente ou colorido, não importa. Mas às vezes surge a dúvida: qual a diferença entre vidro, cristal e murano? Todos são lindos, usuais e tem efeitos diferentes!
Mas este será o assunto do próximo post.
Até lá!
Att.; Nayara Bites

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Morar Mais Por Menos 2016

Exposição traz proposta que mistura soluções sustentáveis e objetos sofisticados (Foto: Divulgação/ Morar Mais 2016)
Foto: Divulgação/ Morar Mais 2016
Começou ontem a “Morar Mais Por Menos” e vai até o dia 25 de setembro! A exposição está localizada na Ria C-237 Qd. 553 Lt. 06 a 09, Setor Jardim América. Os ingressos estão R$40,00 a inteira e R$20,00 a meia entrada. A exposição fica aberta de terça a domingo até as 22 horas.
 O conceito da exposição é obter inspirações que trazem o ar sofisticado e o aconchego sem gastar valores exorbitantes.  Traz também soluções criativas e ideias inovadoras para decoração. Uma mistura de sustentabilidade, tecnologia, inovação e inclusão social.
Durante algumas pesquisas encontramos itens que está em alta, e poderão ser vistas expostas nos ambientes. Tais quais, mesas de apoio, criados-mudos, prateleiras, muranos, pinceis, caixas decorativas, iluminação diferenciada, adesivos de paredes e adornos, ideias para inovar e deixar seu ambiente único e personalizado.
Propomos semanalmente dar dicas de tendência e formas de como sua residência e comércio pode ser atualizada. E assim, mostrar as possibilidades de realizar o sonho, e ver que é possível decorar seus ambientes de acordo com sua personalidade. E, deixá-los tal como cena de novela!
É possível que seu cantinho seja chique e acessível, e é esta a nossa ideia!
Para mais informações estamos disponíveis no escritório localizado em Pontalina-Goiás e também atendemos pelo e-mail: arquitetamayraneves@gmail.com;e pelo telefone: (064)98116-6000

Ótimo fim de semana, e até o próximo post!
Vergalhão de obra foi transformado em luminária em projeto (Foto: Divulgação/ Morar Mais 2016)
Foto: Divulgação/ Morar Mais 2016

quinta-feira, 19 de maio de 2016

CASA COR GOIÂNIA 2016

Eu prometi e aqui estou para cumprir a promessa.
Estive visitando  a última mostra da Casa Cor Goiás 2016 em Goiânia , edição comemorativa de 20 anos no centro da cidade, vi  um espaço um pouco menor que o habitual apenas 36 ambientes e de muito bom gosto a começar pela fachada do talentoso arquiteto Léo Romano.
Fiquei admirada com essa maneira simples,expressiva, de muita personalidade, criatividade que o Léo consegue passar através dessa grande marquise de concreto pintada com um laranjado quente. Ele consegue equilibrar o visual laranjão com o verde nas laterais. Essa proporção ganha ainda mais equilíbrio e charme com as palmeiras que suavizam a diferença entre altura da platibanda e a vegetação baixa.

O segundo ambiente que na nossa opinião merece todas as honras foi o loft da arquiteta Milena Niemeyer. O que mais chama a atenção foi como a arquiteta trabalhou bem os recursos da luz e do brilho. Na lateral da sala de estar ela trouxe umas prateleiras em espelho que agregaram valor ao ambiente e associadas a madeira escura trouxe aconchego e sofisticação .Na sala de jantar, esse brilho foi traduzido por uma cristaleira em vidro e na lateral oposta no espaço do piano o jogo de espelhos deu um ar de requinte e colocou o aparelho em evidência. Todos os adornos em cristais , muranos transparentes , castiças transparentes reafirmaram ainda mais essa luminosidade do lugar. Os móveis em estilo neoclássico e o tapete persa lacraram a composição clássica e de excelente gosto.
Confira nas fotos abaixo:



E em terceiro lugar e não menos importante vou destacar os ambientes dos arquitetos Thiago Cardoso e Aline Torres que assinam a cozinha , e que particularmente me chama muito atenção por que é muito parecido com a linguagem e o estilo que trabalhamos aqui no escritório . Vide fotos abaixo:


 Os arquitetos utilizaram linhas simples, projetaram esse espaço de maneira funcional , muuuuuiiiitoo prático e misturaram o clássico com o vintage , inspirados nas décadas de 70 e 80. O azul misturado a persinas em madeiras reforçaram ainda mais essa identidade retrô mas de uma maneira inusitada , brincando com essa cor azul, trazendo uma bossa  divertida traduzindo sofisticação, aconchego e familiaridade. Me faz lembrar um pouco de cozinha de fazenda, remetendo a arquitetura portuguesa! Eu adorei isso, usou tão bem o design que a cor apenas enriqueceu e complementou. Para efeito mostra de arquitetura chamaram a atenção sem apelar!! rss. Para efeito projetação tipo use na sua casa a cor poderia ser trocada para os clientes mais clássicos e ainda assim não perderia valor. Destaco o piso polido fendi que ressaltou ainda mais o nanoglass branco das bancadas. Perfeito!


Um ponto para se pensar...
Tenho visitado a casa a uns 12 anos por aí , desde a época de estudante...!!!
E confesso, que não sou assidua todo ano mas sempre acompanho. Gosto da atmosfera Casa Cor!!
Nessa última mostra fiquei um pouco desapontada com a tecnologia... Os primeiros ambientes que
visitei eram super modernos e tecnologicos, saimos babando e sonhando com tudo!
Desta vez me deparei com o trivial, sistema de som e vídeo.
Será impressão minha ou toda essa tecnologia esta ficando inacessível??
Será que esse conforto é de fato para poucos?
Ou as pessoas estão preferindo a praticidade?
Será que menos fios e sistemas de empresas e manutenções estão cansando as pessoas???

Espero que tenham gostado do post!
Me esccrevam e não esqueçam de visitar o site:
mayranevesarquitetura.com

Até o próximo post!!!